A fundação da
Associação de Defesa e Divulgação da Comunidade Negra e Sambista
aconteceu na seguinte forma, verificando
que
o
esforço
do J. MUNIZ
JÚNIOR,
escritor,
jornalista
e
pesquisador
da
Comunidade
Negra
e
Comunidade
do
Samba,
iniciou
em
Santos
o
movimento
de
fazer
samba
o
ano
todo,
criando
sessões
de
samba
semanais,
realizadas, a
partir
de 1962, no
antigo
terreiro
da
legendária
Tia
Inês (Escola
de
Samba
X-9),
Bacia
do Macuco,
evento
que
realiza seguindo a
determinação
da
Carta
do
Samba
documento
definido
no II
Congresso
Nacional
do
Samba
do
Rio
de
Janeiro,
realizado
em
1962 no
Rio
de
Janeiro,
no
Palácio
Pedro Ernesto,
pelo
Ministério
da
Educação
e
Cultura,
o
qual,
como
participante, teve a
primazia
de
introduzir
o
Dia
do
Samba
na
Baixada
Santista
em
1963,
conforme
recomendado
pelo
Congresso.
Sendo
que
às
realizações
extra-oficial
tradição
comunitária
caia no
esquecimento,
incentivei
junto
à
Comunidade
do
Samba,
a
criação
da
entidade
representativa
para
na
condição
de
Segmentos
da
Sociedade
Civil
Organizada
integrar
a
atividade
profissional
e
conseqüentemente
as
comunidades
como
elemento
produtivo
no
processo
econômico
e
social
do
município.
Recebendo o
apoio
dos
membros
da
Comunidade
do
Samba,
a participação consta dos
seguintes
fundadores
do
movimento,
Roberto Rodrigues Bolonha,
jornalista,
Mauro Mandira
Comissão
Municipal de
Inquérito,
Lael de Azevedo
Estivador,
Robson de
Lima
Apolinário sindicalista, Wilson Roberto de
Lima
sindicalista, Vanderlei da Silva Sindicalista, Rodnei da Silva
sindicalista, Dr. José Roberto
Sagrado
da
Hora
Delegado
Federal,
Vicente da
Graça
Cidadão
Samba,
Wilson José
Ferreira
Cidadão
Samba,
Graciano Pacheco de
Matos
Cidadão
Samba,
Sergio Raimundo Marcelino
Cidadão
Samba,
João
Batista
Moreira
Cidadão
Samba,
Roberto Fernandes
Cidadão
Samba,
Maria Aparecida da Silva Cidadã
Samba,
Sandra
Sandália
de
Prata
Cidadã
Samba,
Vanda Maria
Ferreira
Cidadã
Samba,
Celestina
Ferreira
Pimenta
Cidadã
Samba,
Drauzio da
Cruz
Bacharel
do
Samba
Santista,
Waldemar Esteves da
Cunha
Rei
Momo,
Simone de
Oliveira
Rainha,
Evelise Cardoso
Rainha,
José Rafael de Almeida
Filho
Velha
Guarda,
Teodoro de Jesus
Velha
Guarda,
Marcos
Barreiro
Velha
Guarda,
José Maria da Silva
Velha
Guarda,
Rubens Sergio das
Neves
Velha
Guarda,
Guilherme Jorge
Velha
Guarda,
Edson Ornelas
Velha
Guarda,
Clodoaldo Barbosa
Velha
Guarda,
Carlos Alberto Duarte da
Cruz
Velha
Guarda,
Drauzio Luiz Lopes
Velha
Guarda,
Miguel de Freitas
Velha
Guarda,
Roberto Barsoti
Velha
Guarda,
Nivio de
Oliveira
Velha
Guarda,
Brasil do Nascimento,
Velha
Guarda,
Ana
Rita
Marques Administradora e Claudia Cristina de França Godinho Cantora.
Levamos ao
conhecimento do
Vereador Adelino Pedro Rodrigues,
que elaborou
projeto de
lei e apresentou ao
Plenário da
Câmara Municipal de
Santos
que
por unanimidade,
em 21 de
novembro de 1983, aprovou o
Dia Municipal do
Samba.
Após a
aprovação, faltando a promulgação da
lei, comunicamos ao
Prefeito Paulo Gomes Barbosa, o
objetivo
que abriu as
portas do
Salão
Nobre da
Prefeitura Municipal de
Santos. O Dr. Esmeraldo Tarquínio de
Campos
Filho,
em 02 de
dezembro de 1983, recebeu a
comunidade e promulgou a
Lei nº 4.581, a
qual passou a
instituir
em
Santos o
Dia Municipal do
Samba.
Na
mesma
data e
local
após
ser promulgada a
lei, foi
criada a
Associação de
Defesa e
Divulgação da
Comunidade
Negra e
Sambista da
Baixada
Santista ADICLUSA.
São considerados
fundadores da ADICLUSA e podem requerer a inclusão, todos os cidadãos e
cidadãs membros da Comunidade Negra e Comunidade do Samba reconhecidos
pelas comunidades, nascidos anteriormente a fundação.