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Combate ao Racismo Institucional

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Guia de Enfrentamento ao Racismo Institucional

Somos um país racista. A possibilidade dessa afirmação é relativamente recente e resulta de uma conquista histórica do movimento negro brasileiro, conquista que se alcançou com muita luta, muitos debates e muitos embates na sociedade e no poder público. Mas o reconhecimento veio. Nas pesquisas de percepção, que apontam que 87%2 da população brasileira afirma que o Brasil é um país racista; na criação de uma Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial com status de Ministério, a qual inspirou a criação de outras tantas nos níveis municipal e estadual.

 

Enfim, o Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Afrodescendentes que evidencia a realidade atual, não tínhamos nada, atualmente temos para reclamar se esta funcionando ou não dentro da lei.

 

Acontece que nada cai do céu como muitos ainda ficam esperando, se não esperam, estão de olho numa oportunidade para servir contra a Valorização do Negro porque esta é uma mania dos oportunistas que não faltam.

 

O conceito de Racismo Institucional foi definido pelos ativistas integrantes do grupo Panteras Negras, Stokely Carmichael e Charles Hamilton em 1967, para especificar como se manifesta o racismo nas estruturas de organização da sociedade e nas instituições. Para os autores:

 

“Racismo Institucional trata-se da falha coletiva de uma organização em prover um serviço apropriado e profissional às pessoas por causa de sua cor, cultura ou origem étnica”.

 

Mais recentemente Jurema Werneck definiu o Racismo Institucional como:

 

 “Um modo de subordinar o direito e a democracia às necessidades do racismo”.

 

O Racismo Institucional em Santos esta de conhecimento, se portam como Comunidade Negra só é cargo público e o nome, mas como inexista e a quem não aceitar, aplicam a violência o que por se tratar de inicio estamos obrigado atuar ainda de forma precária, o Estado Brasileiro esta oferecendo as orientações.

 

No Racismo Institucional as barreiras são praticadas por pessoas privilegiadas de cor negra que se comprometem a atuar como “capitães de mato” que pensando só em si, aceitam a condição de aprisionados pelos esquemas de subordinação.

 

Sejam Crianças, Adolescentes, Jovens ou Idosos da Comunidade Negra estão impedidos do desenvolvimento Físico, Mental, Moral, Espiritual e Social, “capitães de matos”, estão distribuídos pelas áreas pública de compromisso de Valorização da População Negra, os que não da para se esconder, se apresentam estarem a serviço como colaborador.

 

Os “capitães de mato” que aceitam trabalhar de frente com a comunidade, na ânsia de mostrarem trabalho,  tentam articular incautos como Comunidade Negra não existe, os “capitães de mato” posição conhecida se portam como estão descobrindo e iniciando a organização da Comunidade Negra, suas chamadas é fácil conhecê-los, portam como não pertencem a Comunidade, não formaram ambiente com a família Negra, a verdade esta presente que os serviços que deveriam garantir os direitos fundamentais, ainda não oferecem porque escolhem quem deve ou não participar e a ausência ainda é total do Estado.

 

Na cidade de Santos pela reação da Produção de Cultura Negra, não se intimidaram, o Racismo Institucional passou a ser explicado de forma explicita.

 

A Prefeitura Municipal de Santos através de seus governantes, seus partidos político usam o espaço da Comunidade Negra como troca de moeda, no caso temos governando a cidade o PSDB que na busca dos votos coligou com o Partito Popular Socialista e ofereceu a  Secretaria Municipal de Defesa da Cidadania como moeda de troca.

 

A garantia da inoperância da Administração Municipal é controlada pela advogada TATIANA EVANGELISTA DO SANTOS, que atuam também na Comissão da Igualdade da OAB-Santos, usando a influência da OAB-Santos dentro do Conselho Municipal de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra, tem assegurado a impunidade da operação histórica, a base para sobrepor o DIREITO DA PERSONALIDADE é o fraude.

 

O guia oferece uma metodologia e novos elementos para a construção de diagnósticos, planos de ação e indicadores que permitam o enfrentamento ao racismo institucional e a criação de um ambiente favorável à formulação e implementação de políticas públicas, buscando equalizar o acesso de pessoas vitimas de racismo a seus benefícios.

Esta foi a primeira vez em que a metodologia foi aplicada a uma instituição e marca um momento emblemático para a ONU no Brasil, como forma de olhar com transparência e profundidade suas práticas internas e externas, repensá-las e modificá-las
Guia de Enfrentamento do Racismo Institucional é que esta oferecendo a metodologia para a construção de diagnósticos para enfrentamento ao racismo institucional e que esta dando a oportunidade da criação de um ambiente favorável à de vir a público e prosseguir  com o trabalho voltado para equalizar o acesso da Representação da Comunidade Negra a seus benefícios.

 

Clique na figura aguarde carregar e conheça a íntegra

 
 

 

 
 

 

 
 

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