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Palestra -13/05/2015

A Promoção da Igualdade Racial no Ordenamento Jurídico

 

Cada um de nós é capaz de oferecer a sua contribuição, seja ela qual for, para o coletivo. O desafio é encontrarmos em nosso interior os dons com que fomos agraciados pela existência.

 

Autoconhecimento é a palavra chave neste processo. Ouvir o próprio coração e deixar que ele revele os desejos da alma é o único caminho para aqueles que desejam levar uma vida verdadeiramente autêntica.

 

No Processo Nacional de Igualdade Racial tenho reclamado de frente em relação ao comportamento da Ordem dos Advogados do Brasil OAB/Santos e muito mais ainda dos advogados negros e negros com nível superior comprometidos com o desenvolvimento do Processo Regional de Igualdade Racial, jovens que poderiam estarem sendo aclamados como brilhantes mas, infelizmente, como verdade, estão fazendo transparecer que ocupam o cargo público para se sustentarem as custas da Comunidade Negra, pouco estão se importando para com o que se comprometeram, como verdade, estão usando o cargo para colocar em desmoralização a Representação da Comunidade Negra, se trata de pratica da violência.

 

Partindo da criação da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra, pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), passei diariamente enaltecer o feito, em relação a cidade de Santos, também, não posso ficar sem “tirar o chapéu”, para enaltecer a Diretoria da OAB/Santos pela  palestra “A Promoção da Igualdade Racial no Ordenamento Jurídico”, realizada através da Comissão de Igualdade Racial OAB/Santos.

 

Enalteço com obrigação porque foi um evento simples mas de valor imenso para os que encontram em seu interior os dons agraciados pela existência e desejam levar uma vida verdadeiramente autêntica em contribuição uma sociedade fraterna.

 

A quem acompanha o Processo Nacional de Promoção da Igualdade Racial, o que temos apreciado é pedido de políticas pública, pedido de cotas, também, reclamam muito que em determinado setor não constam negros e vivem a fazerem lista para que seja indicado aqueles que acham em seu grupo que é o melhor, mas desconhecido da sociedade.  Acontece que apresentar a personalidade de participação na condição de segmento da sociedade civil, para sermos reconhecidos como seres humanos, esta difícil de encontrar colaboradores.

 

Estamos em época da verdade e a verdade é que somar para colocar a mão no trabalho, os que alegam estarem a serviço da Comunidade Negra do Brasil ainda mostram acanhamento em relação a personalidade Representativa, pelo motivo, esta em foco a intenção dos privilegiados que se sustentam através de ações pontuais, que sem constrangimento, vivem a se expor como que a Comunidade Negra ainda depende de favores.

 

No momento que a verdade é que deve prevalecer, impossibilita se apegar em reivindicação que não seja justiça ao EXERCÍCIO DA CIDADANIA, FORMAÇÃO DA EDUCAÇÃO e QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL, ou seja, considerando a Convivência Comunitária, não ira a lugar nenhum, os que não considerarem a participação da OAB e continuarem se apegando em reivindicação que não seja fazer valer o Direito à Vida considerado o mais fundamental dos Direitos Humanos.

 

Não cabe mais segmentos ficarem esperando cair do céu ou mesmo fazendo praça da miséria de nossos irmãos, faltava esta oportunidade por parte da OAB, até porque, o que falta é justiça e sem advogado, não há justiça.

 

Considerando a Região da Metrópole Santista que a OAB realizou a palestra A Promoção da Igualdade Racial no Ordenamento Jurídico de graça, evento que podemos considerar como simbolizando abertura da porta da OAB para dialogar com os segmentos sobre igualdade e a questão jurídica, ofertando certificado com assinatura de toda a diretoria da OAB, segmentos que estão sendo privilegiados através de funcionário público para ocupar o espaço do negro e tinham a obrigação de estarem presentes, não compareceram, e o pior, coordenadores da igualdade racial que atuam como gestores público sob a vigilância da presidência da República e os que estão comprometidos com a organização do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial SINAPIR, Regional, ao não se fizerem presente no evento, se trata de irresponsabilidade ou até mesmo, intenção de desmoralizar a diretoria da OAB, porque tinham a obrigação de estarem presentes.

 

Os que não compareceram e tinham a obrigação de estarem presentes é porque não reconhecem que o papel social e institucional do advogado é imprescindível no Processo de Promoção da Igualdade Racial. A categoria do advogado praticamente é única que assegura na esfera jurídica, a todos os cidadãos a observância a seus direitos constitucionais e legais.

 

Portanto, Ordem dos Advogados do Brasil, continuemos a caminhar, até porque, lembrar os crimes do passado e contar a verdade sobre a história são elementos essenciais para a reconciliação e a criação de sociedades baseadas na justiça, igualdade e solidariedade, decisão internacional que o Estado Brasileiro é signatários e o caminho a seguir é como afirma o Marcus Vinicius Furtado Coêlho Presidente do Conselho Federal da OAB:

 

“...Somos um só Brasil. Queremos uma nação de iguais. O fim do racismo e do preconceito, não admitindo a intolerância e discriminação, são fundamentais para a construção de uma sociedade justa, solidária e fraterna...”

 

Novo Milênio é tempo de desvencilhar-se dos apegos e quebrar as dependências!

 

É tempo de o homem assumir a mestria de seu próprio ser e fomentar a liberdade!

 

 

 

 

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